Essa coisa dos favoritos

Diz-se, muitas vezes, que não se deve ter preferidos: uma mãe não deve ter filhos preferidos; uma professora não deve ter alunos favoritos; uma médica não deve preferir certos pacientes a outros. Mas será que é sempre assim? Será que não estamos apenas a forçar uma ilusão de igualdade para que essa seja socialmente aceite? […]

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